Catedral de Sorocaba: “a questão da umidade em prédios antigos”

Diagnóstico preliminar e observações gerais

Todas as obras apresentam diversas patologias, porém similares – que serão identificadas particularmente mais adiante – porém as mais preocupantes são aquelas que põem em risco a estrutura (suporte) das pinturas (neste caso, a parede), pois uma vez que a estrutura esteja gravemente comprometida, não há intervenção estética que perdure no tempo.

Diz-se que tais patologias são similares porque decorrentes de uma mesma causa: umidade infiltrada que ocasiona, dentre outros sintomas[1], o desprendimento do reboco e da base de preparação que acarreta em danos à camada pictórica, além de eflorescência salina que provoca manchas esbranquiçadas e formação de cristais, às vezes, de difícil remoção.

A partir do exame organoléptico das obras e estudo mais apurado dos registros fotográficos, é possível notar que se trata, principalmente, de umidade infiltrada por ascendência[2], fato constatado pela observação do padrão das perdas e manchas nos murais e no revestimento de granito/mármore que circunda o interior da igreja, bem como pela presença de eflorescência salina, a qual pode decorrer da argamassa, mas que, via de regra, presta-se a diagnosticar a infiltração decorrente do solo[3].

A seguir exemplos para ilustrar o mencionado, a partir de registros fotográficos das pinturas murais:

 

1

Umidade ascendente (manchas no rodapé de granito/mármore) – Ateliê, Arte e Restauração

 

2

Porosidade do granito/mármore (umedecimento constante) – Ateliê, Arte e Restauração

 

3

Capilaridade (umidade ascendente) – Ateliê, Arte e Restauração

 

4

Umidade ascendente (foto edição a partir de Relatório de Restauro – anos 2005, 2006 e 2007)

 

5

Detalhe – gotículas de água (condensação) – Ateliê, Arte e Restauração

 

6

Perda de base de preparação e camada pictórica, com presença de eflorescência salina – Ateliê, Arte e Restauração

 

7

Detalhe – perda de base de preparação e camada pictórica – Ateliê, Arte e Restauração

 

Notas: 

[1] “Outros sintomas”: a infiltração de umidade também pode acarretar problemas estruturais ao prédio, hipótese que deve ser averiguada por engenheiro/arquiteto, profissionais competentes para tanto.

[2]Rising damp is caused by capillary suction of the fine pores or voids that occur in all masonry materials. The capillaries draw water from the soils beneath a building against the force of gravity, leading to damp zones at the base of walls”. A ascensão capilar é causada pela sucção capilar dos poros finos ou “vazios” que ocorrem em todos os materiais de alvenaria. Os capilares extraem a água do solo abaixo de um edifício contra a força da gravidade, ocasionando zonas de umidade na base das paredes (http://www.environment.nsw.gov.au/resources/heritagebranch/heritage/HVC014SaltDamptechguideFAweb.pdf)

[3] “The salt commonly comes from the soils beneath and is carried up into walls by rising damp. When the dampness evaporates from the walls the salts are left behind, slowly accumulating to the point where there are sufficient to cause damage. Repeated wetting and drying with seasonal changes leads to the cyclic precipitation of salts and the progressive decay of the masonry”. Sais normalmente vêm do solo e são levados através das paredes pela umidade ascendente. Quando a umidade evapora das paredes, os sais são deixados para trás, acumulando-se lentamente ao ponto que são suficientes para causar danos. Umedecimento e secagem repetidos, por conta das mudanças sazonais, levam à precipitação cíclica de sais e à deterioração progressiva da alvenaria. (http://www.environment.nsw.gov.au/resources/heritagebranch/heritage/HVC014SaltDamptechguideFAweb.pdf)

Prédios "antigos" x prédios "novos"

Apontada a umidade (neste caso ascendente) como principal causa da deterioração dos painéis laterais da Catedral Metropolitana de Sorocaba, faz-se necessário compreender o por quê desta umidade, apesar de também presente na base das paredes, seguir por uma altura superior a um metro, atingindo também as pinturas de Bruno di Giusti.

Ao se construir um prédio novo é relativamente fácil executarem-se todas as medidas de impermeabilização nos lugares certos (como a umidade é impedida de permear a construção, revestimentos impermeáveis podem ser utilizados). No entanto, é muito mais complicado averiguar-se o que ocorre com potenciais vias que possam favorecer a umidade, escondidas em uma construção antiga.

Assim, grande parte do problema reside no fato de que, ao invés de se reconhecer que prédios antigos possuem métodos construtivos e materiais diferentes, portanto com comportamentos e reações distintos, dos modernos, havia uma demanda (e ainda há) para a aplicação de vários sistemas de impermeabilização em prédios antigos para tentar fazê-los se comportar como novos.

Em não raras vezes, camadas relativamente impermeáveis eram (ou são) adicionadas, formando barreiras extras, umas sobre as outras.

No caso da Catedral Metropolitana de Sorocaba, o que se nota de imediato é que existem paredes de taipa “encaixotadas” por tijolos e argamassa, seguidas de reboco, cobertas por tintas modernas (bem menos permeáveis do que a caiação, por exemplo) e revestimento em granito/mármore[1].

É óbvio que o emprego destes materiais visava impedir danos ao edifício antigo, tanto estruturais quanto estéticos (uma parede descascando por conta de umidade não é esteticamente aprazível).

Contudo, a partir de estudos mais recentes, o que se observou foi que materiais construtivos e acabamentos tradicionais modernos não foram capazes de banir a umidade em prédios antigos. Pelo contrário, ao que tudo indica, a médio e longo prazo, infelizmente, estes materiais acabam por agravar o problema da umidade.  

E tais acabamentos tradicionais modernos não foram capazes de banir a umidade em prédios antigos porque, à época de sua construção, não havia nem materiais e nem técnicas tão eficientes quanto aos atuais, a fim de isolá-los, por exemplo, da umidade advinda do solo.

Entretanto, por simples disponibilidade, e/ou conhecimento técnico, os construtores antigos empregavam materiais “respiráveis” e que proporcionavam melhor ventilação na execução de seus prédios o que permitia que a água evaporasse mais rapidamente. Ou seja, a umidade estava presente, mas secava com mais eficiência.

A seguir um esquema editado e adaptado do site www.oldhouse.info, que apesar de simples, ilustra bastante bem a questão da utilização da concepção construtiva moderna e seus materiais e seus efeitos quando aplicados às construções antigas. 

 

8

Foto edição a partir de www.oldhouse.info

 

Isto posto, retomamos à questão de a umidade aparentemente afetar de maneira mais grave os murais laterais da Catedral.

A questão é simples: o revestimento de granito/mármore[2] (há também a questão do granito/mármore no piso).

Com base em fotos anteriores é possível observar que o granito/mármore também sofre com a umidade (há locais em que este se encontra bem poroso e úmido), porém ele é menos permeável do que uma parede simplesmente pintada.

Alguma umidade atravessa o granito e evapora, todavia, porquanto os capilares continuam cheios de água, um montante significativo desta água salinizada, continua a “subir” por dentro da parede, “buscando um caminho” para evaporar com eficácia, logo acima do granito/mármore.

 

9

Foto edição a partir de http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/457188/deterioracao-coloca-em-risco-pinturas-internas-da-catedral

 

Com base na fotografia acima e todo o discorrido: há capilares nos materiais, há camadas de materiais sobrepostos mais ou menos permeáveis nas paredes da igreja (taipa, tijolo, concreto, reboco, tinta, granito/mármore e etc.), a água evapora pelo granito/mármore, mas não em quantidade suficiente, portanto os capilares continuam “cheios” e a água “sobe”, até encontrar uma superfície mais porosa (a parede pintada) que descasca.

Uma solução simples pode ser muito eficaz, qual seja: voltar à antiga lógica construtiva do prédio (dentro dos custos e da realidade possível) de maneira a provê-lo, pelo menos em parte, de suas características para lidar com a umidade, levando-se, ainda, em conta a manutenção de sua estrutura[3].

 

Notas:

[1] Um engenheiro/arquiteto poderia definir mais pormenorizadamente a natureza de tais materiais.

[2] Há um estudo sobre a conservação/restauração da Basílica de São Marco (Veneza/Itália) em que são diagnosticadas diversas patologias que afligem o edifício, em um dado item descreve-se: Rising damp of salty water which led to serious degradation phenomena, worsen by the presence of marble panels on the walls, which lead to higher level of rising damp (umidade ascendente de água salgada que leva a fenômenos de degradação graves, piora pela presença de painéis de mármore nas paredes, pois estes elevam o nível de umidade ascendente). Em http://www.emerisda.eu/project/basilica-di-san-marco-venezia-italy/.

[3] “Manutenção de sua estrutura”: engenheiro/arquiteto.

Cortes para "respiro"

“Q. How can I control rising damp?

  1. Measures that help your building ‘breathe’, such as replacing hard cement render or pointing with a more suitable lime-based mortar, may be the best solution. Conversely, applying water-proof renders[1] and coatings can exacerbate damp problems. Where a floor has a DPM that is displacing moisture into the bottoms of walls, this might be replaced with a ‘breathable’ construction. Alternatively, a ‘breathing’ strip for evaporation may be cut through the floor around the room perimeter and infilled with a material such as lime concrete or grated over. Externally, ground works and improved drainage can assist”. (https://www.spab.org.uk/advice/technical-qas/technical-qa-20-rising-damp/)

A SPAB é uma sociedade para a proteção de construções antigas que foi fundada por William Morris em 1877 para contrariar a "restauração" altamente destrutiva de edifícios medievais executada por muitos arquitetos vitorianos.

Há controvérsias sobre vários métodos citados por essa sociedade e em outros tantos textos consultados sobre “umidade e edifícios antigos”, mas não há controvérsia sobre como encontrar meios para que esses prédios antigos “respirem”, uma vez que não é possível isolarmos por completo essas construções da umidade vinda do solo.

Existem soluções radicais como a retirada completa de todo revestimento moderno de um prédio antigo, porém também defende o texto acima que: “alternativamente, uma faixa de ‘respiro’ para evaporação pode ser cortada ao longo do piso em torno do perímetro do prédio...”.

Na Catedral foi executado algo parecido ao redor das paredes logo acima do revestimento de granito/mármore, tanto internamente como na parte externa do edifício e que aparentemente tem ajudado na evaporação da umidade das paredes como é possível observar a partir das fotografias que seguem.

 

10

Foto edição (fev/2013 – anterior às faixas para respiro) a partir de http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/457188/deterioracao-coloca-em-risco-pinturas-internas-da-catedral

 

11

Detalhe lado esquerdo – foto edição (fev/2013 – anterior às faixas para respiro) a partir de http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/457188/deterioracao-coloca-em-risco-pinturas-internas-da-catedral

 

12

Detalhe lado esquerdo – foto edição (fev/2013 – anterior às faixas para respiro) a partir de http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/457188/deterioracao-coloca-em-risco-pinturas-internas-da-catedral

 

13

Fotografia jun/2016 – acima das faixas de respiro, as paredes encontram-se mais secas e a tinta melhor aderida à parede

 

Tendo em vista estas fotografias e a observação das pinturas in loco, é possível constatar que, apesar da umidade seguir penetrando pelas paredes da Catedral, em áreas logo acima das faixas de respiro, as paredes que ladeiam as pinturas murais encontram-se mais secas e preservadas.

 

Notas:

[1] “Barreiras à prova d’água”: podem ser químicas ou físicas. Há indicações para sua utilização, entretanto parecem não ser muito efetivas, haja vista que não proporcionam um isolamento completo do edifício, permitindo que a umidade “busque” novas vias de penetração.

Barreiras à prova d'água

Como mencionado de relance em “Cortes para ‘respiro’”, a fim de evitar a ação da umidade ascendente em prédios antigos, há quem defenda a utilização de barreiras à prova d’água, as quais podem ser físicas e/ou químicas.

Tais barreiras nada mais são do que uma tentativa de isolamento do edifício contra a penetração de umidade, sendo normalmente instaladas na base das paredes, próximas ao nível do piso.

No estudo já citado sobre a Basílica de São Marco, foram feitos experimentos neste sentido e concluiu-se que: During April 1998, an experiment of dehumidification took place in the Narthex: a system based on charge compensation technology was placed in the wall on the right side of the narthex near Zen Chapel, after the removal of the surface marble panels. A double row of metal bars of mild carbon steel chemically and electrically isolated with a neoprene cover of around 200 cm longs and 30mm in diameter were inserted diagonally into the wall every 50 cm. The collected data showed the presence of high moisture contents till 3-4 m, no significant changes in moisture contents and distribution were observed after one year from the bars application”[1].

O que pode ocorrer, ainda, é que, apesar de áreas acima da barreira permanecerem livres de umidade, logo abaixo a água continua a acumular-se no edifício, muitas vezes com um agravante que pode levar a riscos estruturais da construção[2].

No caso prático da Catedral Metropolitana de Sorocaba, há uma pintura mural em particular que demonstra claramente os efeitos de um isolamento parcial e como a umidade, apesar de impedida de “transitar” por uma determinada área, “encontra” outras vias para evaporar.

Nesta primeira fotografia, reproduzida a partir do Relatório do Restauro ocorrido nos anos de 2005, 2006 e 2007, observam-se tijolos úmidos depois de removidos o reboco e parte da pintura mural.

 

14

Foto edição a partir de Relatório de Restauro – anos 2005, 2006 e 2007

 

A levar-se em conta: acredita-se que esta área da pintura tenha sido removida porque, muito provavelmente, estava mais comprometida do que o restante e note-se, à direita e acima dos tijolos, a ação da umidade na pintura, à época, nesta área especificamente.

A seguir fotografia geral e atual desta mesma pintura.

 

15

Fotografia jun/2016 – Ateliê, Arte e Restauração

 

E fotografia atual, com ênfase na área circulada.

 

16

Fotografia jun/2016 – Ateliê, Arte e Restauração

 

Com base nas fotografias de anos anteriores e atual, é possível notar que, muito embora, a região restaurada da pintura tenha se mantido relativamente imune à ação degradante da umidade, o seu redor apresenta uma piora visível, inclusive tendo atingido áreas mais altas da pintura.

A reafirmar o exposto, seguem fotografias de outro painel, de período anterior e atual, a fim de demonstrar que, onde houve intervenção de restauro, com isolamento intencional ou não, houve migração da ação da umidade.

 

18

Foto edição a partir de Relatório de Restauro – anos 2005, 2006 e 2007

 

19

Fotografia jun/2016 – Ateliê, Arte e Restauração

 

Novamente a região restaurada, em decorrência de um provável isolamento[3] proporcionado pelos materiais utilizados na conservação/restauração, apresenta uma resistência contra a ação de degradação da umidade, contudo, o efeito colateral a ser levado em conta, é a migração dessa degradação para outras áreas do mural.

 

Notas:

[1] Em abril de 1998, uma experiência de desumidificação foi feita no pórtico: um sistema com base em tecnologia de compensação de carga foi colocado na parede do lado direito do pórtico perto da Capela Zen, após a remoção dos painéis de mármore da superfície. Uma dupla fileira de barras de metal de aço-carbono quimicamente e eletricamente isoladas com uma capa de neoprene de cerca de 200 cm de comprimento e 30 mm de diâmetro foi inserida na diagonal na parede a cada 50 cm. Os dados coletados mostraram a presença de elevados teores de umidade de até 3-4 m, não houve mudanças significativas no conteúdo e distribuição da umidade após um ano da instalação das barras. (http://www.emerisda.eu/project/basilica-di-san-marco-venezia-italy/)

[2] Vide em www.heritage-house.org: http://www.heritage-house.org/injection-damp-proofing.html e http://www.heritage-house.org/electro-osmosis-damp-proofing-systems-an-expensive-fraud.html.

[3] Diz-se “provável isolamento” porque o Relatório de Restauração, referente aos anos de 2005, 2006 e 2007, não discrimina os materiais utilizados na intervenção. Contudo, é sabido que determinados adesivos, tintas e vernizes empregados na conservação/restauração são isolantes bastante eficazes, impedindo que a umidade se acumule sobre a superfície de uma obra, mas que também, colateralmente, podem prejudicar a “respiração” que em determinados casos faz-se necessária.

Conclusões

Com fundamento no exposto nesta pesquisa:

  • A obra de arte é composta por seu suporte e sua expressão estética;
  • Não há que se falar em conservação/restauração efetiva e duradoura da instância estética de uma obra sem que haja um tratamento anterior de seu suporte;
  • O suporte das obras de Giusti, neste caso, são as próprias paredes da Catedral;
  • As paredes da Catedral são acometidas pela ação capilarizada da umidade ascendente rica em sais minerais;
  • O isolamento por barreiras à prova d’água em edifícios antigos, por não ser total, pode agravar a degradação, decorrente da umidade, tanto das pinturas como da estrutura do prédio;
  • Buscar maneiras para que o suporte (paredes/edifício) “respire” tem se mostrado bastante eficaz no controle da umidade;
  • Em prédios antigos, não há solução permanente no que tange à ação da umidade, porquanto não isolados desde a sua construção como os edifícios modernos, por isso faz-se necessária uma política de manutenção periódica com o envolvimento de profissionais competentes para tanto.

Propostas quanto ao tratamento do suporte

Tendo em vista que as “faixas de respiro” têm demonstrado viabilidade econômica e de execução, além de certa eficiência no controle da degradação ocasionada pela umidade ascendente das paredes da Catedral, seguem:

 

20

Imagem reproduzida a partir de http://static.recantodasletras.com.br/arquivos/5288000.pdf

 

21

 

Levando-se em conta o esquema reproduzido e as fotografias atuais[1], quanto à localização das pinturas murais de Giusti que ladeiam a nave da Catedral, tem-se que aquelas localizadas à esquerda, de modo geral, encontram-se em estágio mais avançado de degradação, quando comparadas com às demais, à direita. A mais degradada é aquela que contém em seu nicho a imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Assim, sugere-se que se abra uma “faixa de respiro” em “1” para que se permita a evaporação da umidade em área inferior à base da pintura mural, bem como para que se promova a interrupção dos capilares que servem de via à condução da água provinda do solo, a fim de evitar o avanço da degradação da obra ou, ao menos, diminuir seus efeitos.

 

22

Fotomontagem ilustrativa – Ateliê, Arte e Restauração

 

Conjuntamente, abrir-se-ia uma outra “faixa de respiro” em “8”, que se encontra em bom estado de conservação com pouca ação da umidade, com a possibilidade de iniciarem-se os trabalhos de restauração da pintura mais prontamente, com o acompanhamento simultâneo da evolução do quadro de patologias de “1”.

 

23

Fotomontagem ilustrativa – Ateliê, Arte e Restauração

 

Com base na evolução dos quadros de “1” e “8”, comparativamente às demais pinturas murais que, nesta primeira fase, permaneceriam como estão, haveria a possibilidade de elaboração de um planejamento mais eficiente, tanto economicamente como no que diz respeito à conservação das pinturas murais de Giusti.

À título de visualização, fotomontagem a fim de ilustrar os altares laterais e as pinturas de Giusti com as “faixas de respiro” e a restauração estética concluída.

 

24

Fotomontagem ilustrativa – Ateliê, Arte e Restauração

 

Notas:

[1] Fotografias Ateliê, Arte e Restauração.

Referências

  1. Cather, Sharon. Mural painting and decoration--Conservation and restoration-  Congresses. Courtauld Institute of Art e Getty Conservation Institute, Londres: 1987;
  2. http://static.recantodasletras.com.br/arquivos/5288000.pdf;
  3. http://www.emerisda.eu/project/basilica-di-san-marco-venezia-italy/;
  4. http://www.environment.nsw.gov.au/resources/heritagebranch/heritage/HVC014SaltDamptechguideFAweb.pdf;
  5. http://www.heritage-house.org;
  6. http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/457188/deterioracao-coloca-em-risco-pinturas-internas-da-catedral;
  7. http://www.oldhouse.info;
  8. https://www.spab.org.uk;
  9. Relatório de Conservação e Restauração – anos 2005, 2006 e 2007.

(Por Rejane Ferretto D'Azevedo)

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